Nívea Souza
Direto do Rio de Janeiro
Brasília
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Rodrigues afirmou que a decisão da juíza não é baseada na investigação policial. "Está claro que ninguém reconheceu ninguém. As duas testemunhas que viram o crime disseram ser impossível fazer um retrato falado", criticou o advogado.
O advogado Maurício Neville, que defende o ex-PM Anderson de Sousa, um dos suspeitos do crime, não pretende recorrer. O ex-policial é acusado de ter feito os disparos contra a vítima a mando de Adriana Almeida.
"Eu quero o julgamento rápido, porque sei que o júri popular é coerente", disse Neville.
O assassinato de Senna ocorreu no dia 7 de janeiro deste ano, em Rio Bonito (RJ). O assassinato teria sido motivado pela suspeita de que o marido pretendia terminar o relacionamento com Adriana e excluí-la do testamento. Ela responde por homicídio qualificado. Se condenada, ela poderá pegar até 30 anos de prisão.
Redação Terra