O ex-senador Francisco Escórico negou, nesta segunda-feira, por meio de nota, qualquer participação em um suposto esquema montado para espionar os senadores Demóstenes Torres (Democratas-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO). O ex-parlamentar, que também é assessor do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que é amigo pessoal de Demóstenes e que "nunca se prestaria a fazer qualquer coisa contra ele".
» Tuma promete apoiar nova denúncia
» Assessor diz que é vítima de armação
» Demóstenes acusa assessor de Calheiros
Uma matéria da revista Veja afirmou que Escórcio teria ido a Goiânia para colocar câmeras em um hangar de aviões na cidade, freqüentemente usado por Perillo e Demóstenes Torres, com a finalidade de chantageá-los. Os dois senadores defendem que Calheiros se afaste da presidência do Senado.
Escórcio confirmou que esteve em Goiânia, mas apenas para conversar com seu advogado sobre um outro assunto e que na ocasião não foi ao hangar na cidade. No escritório do advogado, o ex-senador confirmou que se encontrou com o ex-deputado Pedro Abraão, que também é seu amigo.
"No nosso encontro não constou qualquer sugestão de obter informações dos senadores de Goiás, nem examinando o caso do presidente do Senado. Sou amigo pessoal do senador Demóstenes Torres e em nenhum momento me prestaria a fazer qualquer coisa contra ele", afirmou Escórcio em nota. "O contrário disso não é verdade e trata-se de ilações sem fundamento", continua.
"O objetivo da viagem foi o de reunir-me com o advogado patrono da causa de minha coligação partidária contra a diplomação do governador de maranhão", explicou em nota.
- Redação Terra

Assista agora »
Assista agora »

