Após 49 dias de prisão, Maroni pretende anunciar sua pré-candidatura a prefeito no máximo na próxima segunda-feira |
Vagner Magalhães
Direto de São Paulo
São Paulo
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"Eu gostaria de me encontrar com o prefeito. Enquanto estive preso enviei uma carta a ele, pedindo desculpas pelo que eu falei quando o meu hotel foi interditado", disse.
Quando o prefeito anunciou o fechamento do Oscars Hotel, que está sendo erguido junto à cabeceira da pista do Aeroporto de Congonhas, Maroni acusou o prefeito de lacrar o seu estabelecimento com fins "eleitoreiros". Entre outras coisas, chamou ainda Kassab de "madre superiora", pela interdição de sua boate, o Bahamas.
Em carta escrita de próprio punho, da prisão, Maroni disse que "jamais tive a intenção de atacar seu trabalho, sua reputação, sua equipe e seu ato", afirmou, se referindo a Kassab.
Afeito aos holofotes, disse que refletiu muito nos 49 dias em que ficou preso e disse que a sua entrada na política será um divisor de águas.
"Votará em mim quem quiser. Eu não vou dividir a cidade se divide um boi e dar o melhor naco para quem mais me ajudou. Sou empresário, possuo cinco empresas, e vou gerenciar a cidade como uma delas", disse.
Liberdade
Maroni deixou no início da noite desta terça-feira a carceragem do 13º Distrito Policial (Casa Verde), na zona norte de São Paulo. Ele estava preso desde 6 de agosto, acusado de favorecimento e exploração da prostituição, formação de quadrilha e tráfico de pessoas.
O empresário teve revogada nesta terça-feira a sua prisão preventiva. Ele estava preso por decisão do juiz Edson Aparecido Brandão, da 5ª Vara Criminal da capital.
Redação Terra