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SP: mulher diz que matou a filha e bebeu seu sangue

27 de agosto de 2007 10h42 atualizado às 10h57

A Polícia Civil de São Paulo busca identificar a mulher que durante um culto evangélico afirmou ter matado a própria filha e bebido o seu sangue. O seu depoimento foi transmitido ao vivo pela rádio Rede Aleluia e chocou os ouvintes, que acionaram a polícia.

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O caso foi registrado no 12º Distrito Policial, encarregado da investigação. Assim que a polícia tomou conhecimento do fato, foi até o local em busca da mulher. Dois pastores da igreja foram ouvidos, mas não souberam identificá-la.

A declaração foi dada no momento que os fiéis davam o testemunho de situações em que teriam sido ajudadas pela fé. Os pastores dizem que havia cerca de 5 mil pessoas na igreja e que tudo aconteceu muito rápido. Depois do testemunho, a mulher não foi mais vista. De acordo com os pastores, ela parecia transtornada.

No depoimento, a mulher disse que "participou de um ritual satânico com a própria filha em um centro de bruxaria". Em seguida, segundo o relato, ela a estrangulou e bebeu o seu sangue.

No depoimento, a mulher também mencionou ser portadora do vírus HIV, de câncer e disse ser ameaçada por pessoas do referido centro de bruxaria.

A polícia investiga o caso, mas até agoram não tem como confirmar a veracidade dos fatos. O caso foi registrado como apologia ao crime. A polícia tentará encontrar a mulher por meio de gravações e de imagens de vídeo feitas na igreja.

Redação Terra