Kelly teria aplicado diversos golpes em São Paulo, segundo a polícia |
Felipe Gil
Direto de São Paulo
São Paulo
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Segundo a polícia, Kelly se aproximou do filho do empresário usando o nome "Kelly Tranchesi", sobrenome da dona da Daslu, Eliana Tranchesi. Ela teria se aproveitado da freqüência na casa do empresário para furtar cheques - usados para tentar alugar o helicóptero e em salões de beleza e lojas de roupas.
Kelly teria dito ao filho do empresário que tinha um comprador para uma gravura de Miró. No dia seguinte, a peça foi furtada. De acordo com a delegada Aline Martins Gonçalves, ela conseguiu revender a peça por R$ 2 mil.
Histórico
Segundo o delegado Reinaldo Castello, titular do 27º distrito policial, onde os supostos golpes são investigados, Kelly já havia sido presa no dia 1º de agosto após uma tentativa de golpe em uma locadora de carros. A viagem de helicóptero estava marcada para este dia e não se concretizou.
Oito dias depois, quando já tinha sido liberada, registrou um boletim de ocorrência (BO) por apropriação indébita ao saber que a advogada que a assistira após a prisão havia levado suas roupas da delegacia.
De acordo com a polícia, a advogada, Yara Silva, ao saber da acusação contra ela, entregou as roupas aos policiais e registrou um boletim de ocorrência por calúnia.
Segundo a polícia, Kelly teria aplicado golpes em um engenheiro de 41 anos, roubando R$ 5,5 mil em dinheiro, cartões de crédito e talão de cheque. Ela teria conhecido a vítima em uma boate no bairro do Itaim Bibi, na zona sul. Kelly teria realizado o furto na casa do engenheiro, enquanto ele dormia.
A jovem também teria enganado uma aposentada de 83 anos, fazendo-se de vítima depois de uma trombada na rua. Ela foi convidada pela idosa para ir à casa dela onde teria furtado talões de cheque com os quais foi presa em flagrante na noite de ontem.
Redação Terra