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O corregedor investigava o ex-delegado por suspeita de atuar como chefe de um grupo que extorquia empresários envolvidos em corrupção de menores.
De acordo com a superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Rita Sanches, a investigação acontece desde 2005 e, há cerca de seis meses, os agentes descobriram que ele estaria em Teresópolis.
Segundo a superintendente, o ex-policial estava sozinho e não reagiu. Ele foi levado para a sede da superintendência, no centro Rio de Janeiro, onde aguarda a decisão da Justiça Federal de São Paulo.
O assassinato de Alcioni Santana aconteceu em 1998, na Vila Mazzei, zona norte de São Paulo. De acordo com denúncia do Ministério Público, dois homens contratados por Carlos Leonel Cruz teriam feito dois disparos contra o corregedor e sua mulher quando eles saíam de sua residência.
Carlos Leonel foi julgado e condenado a 28 anos de reclusão. Por ser uma pena superior a 20 anos, ele foi submetido a novo júri e foi absolvido por 4 votos a 3. O Ministério Público recorreu e o Tribunal Regional Federal da 3ª Região determinou a realização de outro julgamento. Como o réu não compareceu, foi expedido mandado de prisão preventiva.
O ex-delegado também foi condenado pela 2ª Vara Federal de São Paulo por seqüestro e cárcere privado.
Agência Brasil