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Menino estava vivo quando foi esquartejado

25 de julho de 2007 09h46 atualizado às 12h50

O laudo realizado pela IML de Santa Catarina apontou que o menino Gabriel Kuhn, 12 anos, estaria vivo quando teve as pernas arrancadas com uma serra pelo colega de 16 anos. O crime ocorreu em Blumenau (SC) na última segunda-feira. A vítima também sofreu abuso sexual. A causa da morte foi a hermorragia causada pelo corte das pernas.

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Na segunda-feira, um jovem de 16 anos, vizinho de Gabriel, havia confessado que, após uma briga por causa de um jogo de computador, teria ficado irritado e estrangulado o menino. O jovem havia dito que, ao ver o colega desacordado, pensou que ele estava morto. Neste momento, ele teria decidido esconder o corpo no sótão da casa. Para isso, teria despido o amigo e serrado suas pernas.

A primeira hipótese levantada havia sido a de que o menino havia morrido em decorrência do estrangulamento, o que foi desmentido com o laudo do IML. A partir de agora, a Polícia Civil vai investigar se a briga teria sido motivada pelo abuso sexual ou pela partida de jogo de computador, conforme o autor do crime havia confessado em depoimento à delegada Rosi Serafim, responsável pela condução do caso. O delegado regional de Blumenau, Rodrigo Marquetti, disse que o suspeito nega a prática do abuso.

O jovem continua apreendido e foi levado para Itajaí, já que na cidade de Blumenau não existe centro destinado para menores infratores. A equipe de investigações aguarda agora o resultado de material enviado ao Instituto Geral de Perícias de Florianópolis, que irá apontar o tipo de abuso que a vítima sofreu antes de ser esquartejada.

Gabriel Kuhn foi enterrado nesta terça-feira em Blumenau.

Redação Terra