Maria Clara Cabral
Direto de Brasília
Brasil
» Corregedor pedirá dados de denúncias
» Mais de 900 pessoas são investigadas
» Aquarela: presos são libertados
» Preso ex-presidente do BRB
» vc repórter: Mande fotos e relatos
Apesar da movimentação, o senador ainda não apareceu no Congresso nesta segunda-feira. O deslocamento de um segurança para um gabinete em especial não é costume do Congresso. Depois dos questionamentos sobre o reforço na segurança, policiais do Senado afirmaram que o esquema será desfeito.
O nome do ex-governador do Distrito Federal apareceu em escutas telefônicas da Operação Aquarela. As denúncias são de que ele teria negociado R$ 2,2 milhões de origem não conhecida e combinado uma partilha com Tarcísio Franklin de Moura, do BRB (Banco de Brasília).
A assessoria de imprensa do senador informou que deve soltar uma nota no final do dia, mas que Roriz não deve falar com jornalistas.
O Psol já informou que estuda entrar com uma representação contra o senador no Conselho de Ética da casa. O corregedor-geral, Romeu Tuma (Democratas-SP) também investigará as acusações.
Redação Terra