» Segurança de Roriz é reforçada
» Mais de 900 pessoas são investigadas
» Aquarela: presos são libertados
» Preso ex-presidente do BRB
» vc repórter: Mande fotos e relatos
De acordo com reportagens publicadas neste final de semana, o senador teria combinado divisão de dinheiro com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Tarcísio Franklin de Moura, suspeito de participar de um esquema de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.
As supostas irregularidades foram descobertas por meio da Operação Aquarela, deflagrada no dia 14 deste mês pela Polícia Civil do Distrito Federal. Por conta do foro privilegiado, a possível participação de Roriz no esquema deve ser investigada pela Procuradoria-Geral da República.
Em conversas telefônicas gravadas no dia 13 de março pela Polícia Civil do Distrito Federal, Roriz e Moura teriam combinado um encontro no escritório do empresário Constantino de Oliveira para a partilha de dinheiro. As gravações fazem parte da Operação.
No mesmo dia da conversa, houve uma operação de saque no BRB no valor de R$ 2,2 milhões em nome de Nenê Constantino de Oliveira, de acordo com as matérias divulgadas pela imprensa.
Por telefone, a assessoria de Joaquim Roriz disse que o senador pediu R$ 300 mil ao empresário para pagar a compra de uma bezerra e que há documentos comprovando a transação, como nota fiscal da venda do animal e nota promissória.
O senador Joaquim Roriz foi governador do Distrito Federal nos anos 1988/1990, 1991/1994, 1999/2006. Tarcísio Franklim de Moura chegou a ser preso durante a Operação Aquarela, mas acabou solto após três dias juntamente com os demais investigados da Operação Aquarela. Nenê Constantino de Oliveira é empresário do setor de transportes e presidente do Conselho de Administração da empresa aérea Gol.
Agência Brasil