Segundo o jornal Folha de S.Paulo, policiais do 11º DP, em Santo Amaro, investigavam Rodrigues havia aproximadamente 30 dias, quando receberam denúncia de que um homem estaria fornecendo armas para criminosos. "Só ficamos sabendo que ele era do Exército depois que o prendemos", disse Júlio César Teixeira, delegado-assistente do 11º DP.
Por um mês, investigadores ligaram para o sargento e, dizendo serem integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), negociavam a compra de armas.
Ontem, sem saber que negociava com a polícia, o sargento marcou um encontro para a venda do armamento, que incluía rifles e granadas, no valor total de R$ 12,8 mil.
Redação Terra