A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira 15 acusados de participar de uma quadrilha que sonegou cerca de R$ 100 milhões em impostos. Segundo investigações, o esquema era comandado por duas fábricas de cigarros, a Sudamax e a Itabá, da Grande São Paulo, que agiam em mais nove Estados. A operação operação Reluz foi realizada em conjunto com a Receita Federal. As informações são do Jornal Nacional.
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A falsificação de selos do Imposto sobre Produtos Industrializadas (IPI) e de marcas de produtos já foi identificada. A estimativa é que o prejuízo chegue a R$ 100 milhões.
Além dessas irregularidades, a suspeita é que empresas do ramo de bebidas alcoólicas também estão sendo usadas pela quadrilha. Em comunicado, a Receita informa que distribuidoras "laranja" serviam de fachada para os sonegadores em dez Estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Pará e Rondônia.
A Receita não divulgou os nomes dos integrantes da quadrilha. Apenas informou que um dos líderes "é membro de uma família da elite do interior de Minas Gerais". A nota também afirma que um contador da quadrilha recebia apoio de servidores da Receita Federal do Brasil, um deles lotado em São Paulo.
O imposto sonegado era gasto em cassinos clandestinos ou aplicados em imóveis de luxo, fazendas, carros, barcos e aviões registrados em nome de terceiros.
Com agências
- Redação Terra

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