Decisão foi tomada em assembléia que reuniu os metroviários da capital |
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De acordo com o Sindicato dos Metroviários, as tentativas de negociação com o governo estão ocorrendo sem sucesso desde maio.
A categoria reivindica 3,09% de reajuste salarial, realização de concurso para contratar novos funcionários e reintegração dos diretores demitidos na manifestação do dia 23 de abril.
Ainda consideram importante a regularização dos salários e jornadas de trabalho. Funcionários que exercem um mesmo cargo receberiam salários diferentes, de acordo com o sindicato.
Se o governo ceder, as jornadas de trabalho passariam de 40 horas para 36 horas semanais.
A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e a São Paulo Transporte (SPTrans) colocarão em ação, nesta quinta-feira, o Plano de Apoio Entre Empresas Frente a Situações de Emergência (Paese) para suprir a ausência do Metrô no transporte coletivo da cidade.
Algumas linhas integradas aos terminais do Metrô farão o trajeto dos bairros até o centro da cidade, além das linhas que normalmente já se deslocam até o centro. Além disso, as concessionárias de ônibus vão operar com a frota máxima durante todo o dia.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo ainda não definiu se o rodízio de veículos será suspenso na capital. A decisão deve ser tomada até as 4h desta quinta-feira.
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) também deve reforçar sua operação, principalmente na zona leste da capital paulista.
A Polícia Militar de São Paulo deve reforçar o policiamento.
Redação Terra