Xeque-Mate: 68 suspeitos têm prisão prorrogada

08 de junho de 2007 • 09h36 • atualizado em 09 de junho de 2007 às 08h57

Graciliano Rocha
Direto de Campo Grande

São Paulo


A Justiça concedeu, na noite desta sexta-feira, a prorrogação de 68 mandados de prisão temporária dos investigados na Operação Xeque-Mate, desencadeada pela Polícia Federal na segunda-feira para investigar a máfia dos caça-níqueis e crimes relacionados, por mais cinco dias. Dois deles são referentes a foragidos. Os mandados de prisão de 76 dos 79 presos expiraram ontem.

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Entre os acusados que tiveram o pedido de prisão temporária atendido estão os principais suspeitos de envolvimento no esquema: Nilton Cezar Servo, Jamil Name Filho, os irmãos João Alex Monteiro Catan e Antônio Celso Monteiro Catan, Ari Portugal, Hércules Mandetta Neto, Dario Morelli Filho, além da mulher de Nílton Servo, Maria Dalva Cristina Martins, e os filhos do casal, Victor Emanuel Servo e José Lázaro Servo.

O ex-deputado federal Gandi Jamil Georges e Raimundo Romano, que estão foragidos, também tiveram os pedidos de prisão temporária renovados.

Andrei Cunha, que seria gerente de Nilton Cezar Servo, e aceitou o benefício da delação premiada, não teve a prisão prorrogada. Ele vai contar o que sabe à polícia.

Redação Terra
 
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