Cristina passou pela cirurgia em 22 de maio e teve alta três dias depois, mas voltou ao hospital no dia 30 de março se queixando de febre, dores e da não cicatrização no corte. Foi constatado que havia um objeto estranho no corpo da promotora. Na segunda-feira, uma enfermeira conseguiu tirar por inteiro a luva que havia sido deixada dentro da barriga dela. "A enfermeira constatou um pedaço e resolveu puxar com a pinça. A gente pensava que era um resto de dreno, mas era uma luva", contou Cristina.
Segundo o delegado Ariosto Esteves, "o crime é de lesão corporal, mas quem vai dizer se grave ou gravíssima é o exame do IML. Vamos enviar uma cópia de toda documentação para o Conselho Regional de Medicina, porque esse procedimento administrativo não é de responsabilidade da polícia".
Redação Terra