Os funcionários se queixam das condições de trabalho. "São bebês demais, está faltando material, e a gente está sem condições humanas, com duas pessoas para 19 ou 20 bebês", contou uma funcionária que não quis se identificar.
Na maternidade estadual, cinco bebês prematuros morreram nos últimos cinco dias. As unidades de tratamento estão com dez pacientes acima da capacidade. "A transferência de alguns recém-nascidos para a rede privada tem nos dado um suporte em momentos de crise", disse o diretor da maternidade, José Antônio Morais Martins.
A Justiça Federal deu prazo até o final de junho para o Estado criar 127 leitos de tratamento intensivo para bebês. A ação foi movida pelos Ministérios Público Federal e Estadual depois que três recém-nascidos morreram nas maternidades públicas de Alagoas em fevereiro.
Redação Terra