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 Justiça liberta 3º envolvido na Operação Navalha
18 de maio de 2007 21h43 atualizado em 19 de maio de 2007 às 00h22

Ney Barros Bello deixa a Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Foto: Sergio Dutti/Agência Estado

Ney Barros Bello deixa a Superintendência da Polícia Federal em Brasília
Foto: Sergio Dutti/Agência Estado

A Justiça libertou na noite desta sexta-feira o ex-deputado federal Ivan Paixão (PPS-SE) e o ex-secretário de Infra-estrutura do Maranhão (MA)Ney Barros Bello. Eles foram, respectivamente, o segundo e o terceiro suspeitos detidos na Operação Navalha a conseguir um habeas corpus. Era de Ney um dos 12 pedidos de libertação feitos hoje ao Supremo Tribunal Federal (STF). A ação da Polícia Federal prendeu 46 pessoas em vários Estados na quinta-feira por envolvimento com desvio de dinheiro público.

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Os dois já deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal em Brasília. Mais cedo, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu relaxamento de prisão ao conselheiro do Tribunal de Contas de Sergipe, Flávio Conceição. Além disso, Ulisses César Martins de Souza, que estava foragido, recebeu liminar de habeas corpus do STF.

O ex-deputado licenciado do PPS é acusado pela Polícia federal de intermediar a liberação de recursos para eventos que beneficiariam a empresa Gautama. Ele teria recebido em troca uma propina de R$ 50 mil.

Bello teria participado ativamente do esquema no ano passado elaborando pareceres favoráveis às medições irregulares de obras da empresa.

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