Os atentados tiveram um saldo de 172 mortos, assustaram e paralisaram a cidade |
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A maioria dos denunciados é das regiões de Campinas, Hortolândia, Sumaré e Jundiaí, mas a lista inclui o líder Marco Camacho, o Marcola. Ontem, véspera do aniversário dos atentados que deixaram 172 mortos, 21 supostos integrantes da facção foram presos. O grupo havia dominado um bairro de Itaberá, no sudeste do Estado, e mantinha uma central telefônia. A Polícia Civil deteve ainda 61 condenados pela Justiça em blitze nas regiões de Araçatuba e Rio Preto.
Em 12 de maio do ano passado, ataques a ônibus, delegacias e bases policiais tiveram início após uma série de transferências de presos ligados à facção. Uma semana depois, os números eram de 239 ataques e 152 mortos - 107 suspeitos, 23 policiais militares, sete policiais civis, três guardas municipais, oito agentes penitenciários e quatro cidadãos.
De acordo com o secretário de Segurança Pública do Estado, Ronaldo Marzagão, a situação hoje é de "absoluto controle", mas "não são descartadas ações pontuais da organização".
Redação Terra