» STJ aceita licença de ministro Medina
» Furacão: ministro do STJ pede para depor
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o juiz do Trabalho Ernesto Dória e o advogado Evandro da Fonseca teriam confirmado parte das irregularidades.
Dória, solto na madrugada desta segunda-feira, disse em seu depoimento no dia 13 de abril que a quadrilha teria se estruturado em torno do ex-vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região José Eduardo Carreira Alvim, com o objetivo de obter "decisões judiciais 'compradas' para manutenção da atividade do jogo".
O advogado de Alvim nega a acusação. Dória também teria afirmado que os contatos com o desembargador começaram há cerca de um ano e meio, por meio do procurador da Fazenda César Palmieri e do genro de Carreira Alvim, o advogado Silvério Nery Cabral Júnior, que agenciaria a venda das setenças elaboradas por Alvim.
O advogado Luís Guilherme Vieira, que representa o desembargador José Eduardo Carreira Alvim, afirmou que o seu cliente "é um desembargador e professor respeitado e pautou a vida dentro da lei, do direito e de sua consciência". Ele disse que não poderia falar das acusações, já que o inquérito corre em segredo de Justiça.
Redação Terra