Odilon Rios
Direto de Maceió
Brasil
O comandante da Polícia Militar, coronel Rubens Goulart, que participou da assembléia, aprovou o protesto, mas não a saída das ruas: "como comandante, sou inicialmente contrário ao aquartelamento porque ainda não houve negociação". O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), o comandante e o secretário de Defesa Social, general Sá Rocha, estão reunidos para buscar uma solução.
A assembléia dos militares, realizada em frente ao Palácio Floriano Peixoto, sede do governo de Alagoas, definiu ainda que a categoria vai aguardar uma proposta até quarta-feira. Caso contrário, será votado o aquartelamento por tempo indeterminado.
Para o Judiciário, o valor representa uma correção à concessão de reajustes de formas diferenciadas para outras categorias, ferindo o princípio de isonomia salarial. A decisão tem como objetivo equiparar os salários dos militares, já que os oficiais receberam o reajuste de 104,55%.
Redação Terra