De acordo com o jornal Folha de São Paulo , os pais, que passaram dois meses tentando oficializar o nome, só conseguiram registrar o bebê esta semana, após autorização da juíza Luciane Pereira Ramos, da Vara de Registro Civil de Castro (PR).
Anteriormente, o cartório havia orientado os pais a refletir sobre o nome. Segundo o oficial de registro Robert Jonczyk, o objetivo era "proteger a criança de exposição ao ridículo e à chacota no futuro". Arielly se diz "feliz", mas se queixa do cartório. "Não precisava ter acontecido tudo isso. O nome não é comum, mas não tem nada que possa expor meu filho ao ridículo".
Redação Terra