» Magessi teria sugerido morte de delegado
"As denúncias são um processo em curso, que não conhecemos. De qualquer maneira, fizemos um oficio e entregamos à Corregedoria para analisar o caso. A denúncia é grave, entretanto, é preciso saber se existe realidade na denúncia", alegou Chinaglia.
A deputada Marina Magessi, que está de licença médica no Rio, negou as acusações e disse que as denúncias são fruto de perseguição.
Reportagem do jornal O Globo de hoje afirma que um relatório reservado da Polícia Federal (PF) mostraria que o grupo ligado ao a Ailton Guimarães, o Capitão Guimarães, teria feito doações a campanha da deputada. Ele foi um dos 25 presos na Operação Furacão, acusado de envolvimento com exploração de jogos ilegais, corrupção de agentes públicos, tráfico de influência e receptação.
Na semana passada, outra reportagem do jornal dizia que a inspetora teria sugerido a morte de um delegado durante uma conversa telefônica em 31 de outubro de 2006. Ela estaria falando com o inspetor Hélio Machado da Conceição, o Helinho, preso dois meses depois na Operação Gladiador, acusado de contrabando, formação de quadrilha e ligação com o contraventor Rogério Andrade.
Redação Terra