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O ministro informou também que pediu informações a respeito das acomodações dos presos com direito a prisão especial, bem como sobre o estado de saúde de dois deles.
Os advogados dos presos reclamavam desde o início dos depoimentos da falta de acesso aos clientes, aos processos, da divulgação de fotos dos presos e das acomodações dos 25 suspeitos na sede da Polícia Federal em Brasília.
A superintendente da Polícia Federal no Distrito Federal, Valquíria Souza Teixeira de Andrade, disse que apenas cumpriu as rotinas da PF e não cerceou em nenhum momento o trabalho de defesa dos advogados. Segundo ela, os presos estão acomodados nas sete celas disponíveis na superintendência e só não há mais conforto porque o prédio não comporta tal possibilidade. Valquíria explicou ainda que, três horas após chegarem ao local, todos os suspeitos estavam disponíveis para falar com seus advogados.
Peluso disse que já começou a analisar as petições juntadas aos autos do Inquérito após as prisões e apreensões realizadas na sexta-feira. O ministro decidiu ainda que vai ouvir o procurador-geral da República sobre os pedidos de relaxamento de prisão de três presos.
Redação Terra