Inspetora teria sugerido morte de delegado no Rio

13 de abril de 2007 • 07h07 • atualizado às 12h48
A deputada federal e inspetora licenciada da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marina Maggessi (PPS-RJ), teria sugerido a morte de um delegado durante ... Foto: Isabela Kassow e Osvaldo Praddo/O Dia
A deputada federal e inspetora licenciada da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marina Maggessi (PPS-RJ), teria sugerido a morte de um delegado durante uma conversa telefônica com o inspetor Hélio Machado da Conceição
13 de abril de 2007
Foto: Isabela Kassow e Osvaldo Praddo/O Dia

A deputada federal e inspetora licenciada da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marina Maggessi (PPS-RJ), teria sugerido a morte de um delegado durante uma conversa telefônica em 31 de outubro de 2006. Ela estaria falando com o inspetor Hélio Machado da Conceição, o Helinho, preso dois meses depois na Operação Gladiador, acusado de contrabando, formação de quadrilha e ligação com o contraventor Rogério Andrade. As informações são do jornal O Globo.

Nas gravações, interceptadas pela Polícia Federal (PF), o homem a quem a inspetora estaria se referindo seria o delegado Alexandre Neto, da Divisão Anti-Seqüestro (DAS). Ele seria o responsável pela elaboração de um dossiê sobre as atividades ilegais de um grupo de delegados e do ex-chefe da Polícia Civil, o deputado Álvaro Lins. Ainda de acordo com O Globo, Helinho estaria preocupado com o andamento das investigações.

Procurada pelo jornal, Marina disse que nunca matou ninguém e que "ter vontade de matar não é crime". Ela negou que tivesse envolvimento com o grupo de policiais que foi preso na Operação Gladiador. Apesar de acusar Alexandre Neto de irregularidades, Marina disse que não o denunciou por falta de provas.

Redação Terra
 
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