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Ontem pela manhã, o delegado acompanhou o perito do Instituto Geral de Perícias (IGP) na averiguação do local do crime, onde foi constatado que a sala onde as crianças estavam fica próxima ao banheiro masculino do templo. Segundo o delegado, do banheiro até o tanque de batismo, há um corredor de acesso por trás do altar, o que levaria a crer que a menina foi tirada da sala, violentada no banheiro masculino e levada até o tanque de batismo onde o corpo foi abandonado.
Busso participou de uma reunião com todo o pessoal da Igreja Adventista do Sétimo Dia, onde o crime foi cometido, e com os mais de cem fiéis que participavam do culto no momento do crime. "Trabalhamos com várias linhas de investigação e prováveis suspeitos, mas ainda é cedo para apontar alguém e dizer se foi alguém da família ou não", disse o delegado.
Ele também conversou com a monitora que teria entregado a menina ao criminoso que se fez passar por pai da vítima, mas preferiu manter o depoimento dela sob sigilo. Gabriela foi levada por parentes para participar de um culto na igreja e havia sido deixada em uma sala com outras crianças para aguardar o fim da cerimônia.
Redação Terra