Esquema de segurança de Bush inclui antimíssil

05 de março de 2007 • 17h28 • atualizado em 06 de março de 2007 às 15h49

Felipe Gil
Vagner Magalhães
Direto de São Paulo

São Paulo


A passagem do presidente dos Estados Unidos George W. Bush pelo Brasil - prevista para durar cerca de 24 horas - vai mobilizar um esquema de segurança que envolverá CIA, FBI, serviço secreto americano, além das forças de segurança brasileiras, como Exército e polícias Federal, Militar e Civil. No aparato, além do armamento pesado, artefatos antimíssil estarão à disposição da equipe do presidente.

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Tudo o que Bush vai consumir no Brasil vem dos EUA. Para se ter uma idéia, até o combustível utilizado pela sua comitiva foi trazido "de casa". Foram enviados ao Brasil armas, furgões blindados, uma central de comunicação e uma unidade de emergência médica móvel, desembarcados de um avião cargueiro na semana passada.

A segurança será dividida em duas partes. As polícias brasileiras fazem a segurança externa, enquanto a americana fica junto ao presidente.

Tropas do Exército e da Aeronáutica vão dar apoio ao esquema de segurança. O atentado contra o vice-presidente dos Estados Unidos Dick Cheney, em fevereiro, no Afeganistão, aumentou a preocupação com a segurança dos americanos.

O efetivo da Polícia Federal disponibilizará uma equipe do Comando de Operações Táticas, reconhecida pela sua especialização para atuar em situação de risco extremo. Foram concedidos 400 portes de arma provisórios para as equipes de segurança do presidente americano.

Também foram trazidas ao Brasil toneladas de material como água mineral, produtos de limpeza, higiene pessoal e alimentos.

Os trajetos que Bush irá percorrer terão atiradores de elite posicionados em pontos estratégicos.

Redação Terra
 
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