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Domingo, 4 de março de 2007, 19h59 Atualizada às 20h19

SC: igreja onde criança morreu oferece ajuda

A Igreja Adventista do Sétimo Dia em Santa Catarina divulgou uma nota explicando sua posição sobre o caso da garota Gabriela Cristina Echou, 2 anos, encontrada morta na tarde de sábado sobre um tanque de batismo nas dependências da igreja, na cidade de Joinville.

» Menina de 2 anos é encontrada morta

Lourival Gomes de Souza, presidente da Associação Catarinense da Igreja Adventista do Sétimo Dia, disse por meio de nota que a igreja lamenta a morte da menina e que está auxiliando a família até que o caso seja elucidado.

"Frisamos que, nos termos do ordenamento constitucional brasileiro, os templos adventistas são abertos ao público e que a Igreja não pretende substituir os órgãos de segurança pública, mas, lamentavelmente, foi vítima nesse episódio, ao que tudo indica, de um criminoso", diz trecho do documento.

O comunicado prossegue afirmando que a igreja irá ajudar na solução do caso. "E nessa condição de vítima do ato bárbaro, a Igreja está ao lado da Polícia e da Justiça na busca da elucidação completa do episódio. Esclarecemos que o crime ocorreu alheio ao nosso conhecimento e estamos colaborando desde o momento da descoberta do crime de todas as formas possíveis", diz a nota.

A menina Gabriela foi levada à Igreja para participar de um culto com parentes e teria sido deixada numa pequena sala, com outras crianças, de onde desapareceu.

A Polícia Civil de Joinville informou que a menina foi encontrada jogada dentro do tanque de bastimo. Seu corpo apresentava sinais de violência, informou o delegado Rubens de Almeida, responsável pelo caso.

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