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Em reportagem sobre o crescimento desta atividade criminosa na cidade, o diário afirma: "Como se não fosse suficiente a violência entre gangues, há agora um novo elemento na mistura", introduz a matéria.
Escutando o deputado estadual do PSOL Marcelo Freixo, estudioso do assunto, o repórter informa que, no Brasil, pelo menos 92 das mais de 600 favelas são controladas por grupos paramilitares que estão "deslocando gangues de tráfico de droga e praticando extorsão à sua própria maneira".
Com esses grupos usando força extrema para controlar cada aspecto da vida de moradores dos bairros pobres, diz o CSM, "muitos igualam a situação do Rio à de uma guerra de baixa intensidade".
Segundo a ONU, o número de mortos por armas de fogo no país supera as taxas registradas nas guerras da América Central, nos anos 1970 e 1980, e na primeira guerra do Golfo, no início dos anos 1990.
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