Violência no Rio

Violência no Rio

Quinta, 8 de fevereiro de 2007, 09h30 Atualizada às 09h30

Violência no Rio ganha 'nova dimensão', diz jornal

Imerso na discussão sobre as milícias que agora controlam diversas favelas, o Rio de Janeiro pode estar vendo uma "nova dimensão" da luta contra a violência, afirma nesta quinta-feira o jornal Christian Science Monitor.

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Em reportagem sobre o crescimento desta atividade criminosa na cidade, o diário afirma: "Como se não fosse suficiente a violência entre gangues, há agora um novo elemento na mistura", introduz a matéria.

Escutando o deputado estadual do PSOL Marcelo Freixo, estudioso do assunto, o repórter informa que, no Brasil, pelo menos 92 das mais de 600 favelas são controladas por grupos paramilitares que estão "deslocando gangues de tráfico de droga e praticando extorsão à sua própria maneira".

Com esses grupos usando força extrema para controlar cada aspecto da vida de moradores dos bairros pobres, diz o CSM, "muitos igualam a situação do Rio à de uma guerra de baixa intensidade".

Segundo a ONU, o número de mortos por armas de fogo no país supera as taxas registradas nas guerras da América Central, nos anos 1970 e 1980, e na primeira guerra do Golfo, no início dos anos 1990.

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