| Brasil |
| Últimas notícias |
| Fotos |
| Vídeos |
| Cidades |
| Eleições 2008 |
| Imigração japonesa |
| Loterias |
| Polícia |
| Política |
Atualizada às 17h05
» Inteligência da PM prevê mais confrontos
» Traficantes preparam guerra no Rio
» PM busca bandidos em favelas
» Leia mais notícias do jornal O Dia
"Não vamos transigir com qualquer ilegalidade. Temos de dar tranqüilidade à população e a polícia serve a ela. Portanto, esta é a minha orientação ao secretário e ele tem agido desta maneira" afirmou antes de solenidade com empresários do setor turístico, em Copacabana.
Também presente ao evento, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que qualquer policial civil ou militar sofrerá severa punição se ficar comprovada a participação dele em algum grupo paramilitar.
"Não podemos simplesmente achar que há milícia nessa e naquela favela nem que policial A ou B integra essa ou aquela milícia. Precisamos produzir provas e, para isso, tem que haver uma investigação muito criteriosa. É uma coisa muito séria. Mesmo que dure um pouco, a investigação será feita exatamente para produzirmos essas provas e, então, impormos condenação consistente", frisou.
O secretário admitiu que a Força Nacional de Segurança poderá participar de ações das polícias Militar e Civil em favelas, mas somente depois de terminar o treinamento de dez dias que iniciado nesta segunda-feira no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cefap), em Sulacap, Zona Oeste do Rio.
O coronel Ângelo Ubiratan, também presente ao encontro, disse que o governo do Estado não aceita qualquer atuação de pessoas que não sejam identificadas como integrantes de uma força policial institucionalizada e que considera marginal quem atua na ilegalidade.
"Em primeiro lugar não acredito no altruísmo dessas pessoas que se dizem insatisfeitas com a situação nas comunidades. Polícia para mim é aquela institucional, regular, sob controle e com planejamento. Se existem milícias, como são denominadas, elas serão igualmente punidas. Está sendo feito um trabalho investigativo pela Secretaria de Segurança para detectar onde atuam, quem são seus integrantes e se existe a participação de policiais", informou.
O coronel disse que, desde sexta-feira, está em contato permanente com a cúpula da Secretaria de Segurança, a partir das primeiras informações de que haveria ataques de bandidos em alguns pontos do Rio. Por isso, determinou reforço no policiamento na área da Cidade Alta, em Cordovil, no sábado, quando soube na sexta-feira que bandidos iriam atacar a comunidade.
"Na madrugada de sábado para domingo, quando a polícia teve que intervir, já havia começado uma intensa troca de tiros entre traficantes e as chamadas milícias. A polícia conseguiu controlar a situação, devolvendo um pouco de tranqüilidade aos moradores", informou.
Na Ilha do Governador, também no sábado, a polícia conseguiu impedir a invasão do Morro do Barbante por bandidos que queriam retomar seus pontos de venda de drogas.
O Dia
© Copyright Editora O Dia S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O Dia.
Busca
Busque outras notícias no Terra: