As investigações conseguiram detalhar a origem do dinheiro utilizado para pagar campanhas eleitorais, e, segundo o Estadão, há elementos que indicam que o dinheiro saiu dos cofres públicos mineiros.
A partir dos resultados, a Procuradoria da República pode enquadrar parte dos envolvidos nos crimes de peculato (desvio de recursos públicos) e lavagem de dinheiro.
Redação Terra