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Na cerimônia, Villela disse representar o prefeito Gilberto Kassab e o governador José Serra e anunciou a construção de um memorial para as vítimas da cratera. As informações foram publicadas hoje no jornal O Estado de S. Paulo.
O designer de interiores Rogério Beraldo Almeida foi preso por um motivo semelhante. Ele se passou por engenheiro e concedeu inúmeras entrevistas sobre o acidente nas obras da Linha 4 do Metrô, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.
Bilu assumiu o mandato de vereadora por cerca de quatro meses em 2006, quando Carlos Apolinário (PDT) se licenciou para ser candidato à governador. Ela foi ao local do acidente, tratou com familiares das vítimas e fez exigências ao consórcio. "Ético ou não, eu tenho direito adquirido", afirmou.
Villela apresentava-se como vereadora, entregando cartões de visitas com o logotipo da Câmara. "Tive autorização para representar a dor de São Paulo. Coloquei ao doutor Marrey (secretário estadual de Justiça) que iria providenciar uma manifestação de solidariedade. Houve conhecimento do secretário de Justiça", explicou Bilu ao Estado.
A suplente disse ainda que, ao assumir o mandato, recebeu carteira de parlamentar que vale até 2008. "A legislação municipal me permite ser vereadora até 2008. Posso me intitular como vereador por estar diplomada até 2008", afirmou.
Redação Terra