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A decisão pela interdição foi tomada devido à reincidência do caso, já que um incidente semelhante já havia ocorrido em março do ano passado. A informação é da assessoria de imprensa do Governo de Minas Gerais.
Segundo nota divulgada à imprensa, o governador mineiro em exercício, Antonio Anastasia, telefonou nesta manhã para o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, para avaliarem as conseqüências do acidente.
Os órgãos ambientais de Minas Gerais e do Rio de Janeiro também formarão grupo de trabalho conjunto para avaliar o impacto do acidente. O secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais, José Carlos Carvalho, já está em Miraí e coordenará o grupo de trabalho.
Técnicos dos órgãos ambientais mineiros informaram que a lama da bauxita que rompeu da barragem não é tóxica. A assessoria de imprensa da Rio Pomba Cataguases informou que já colocou à disposição carros-pipa para os municípios da região.
Segundo a assessoria da Cataguases, as duas empresas de engenharia contratadas para reforçarem a barragem depois do acidente de 2006 estão preparando um laudo técnico para descobrir a causa do acidente.
Agência Brasil