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O texto está sendo preparado pelo Gabinete da Segurança Institucional (GSI), deverá ser enviado até março à Casa Civil e depois segue para o Congresso.
No Rio de Janeiro, pelo menos 24 pessoas morreram nos últimos dias que antecederam o ano-novo, em ataques atribuídos a milícias contra ônibus e delegacias. O pior caso foi quando bandidos atearam fogo contra um ônibus com 28 passageiros que fazia a viagem de Cachoeiro de Itapemirim (ES) a São Paulo (SP).
Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a atuação das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança no Rio de Janeiro. Lula atendeu o pedido feito pelo governador Sérgio Cabral (PMDB).
Em São Paulo, foram registrados 64 ataques em maio contra bases da polícia, delegacias, agentes penitenciários, policiais, oficiais da Guarda Civil Metropolitana, ônibus e agências bancárias. As mortes chegaram a 32 na capital paulista, cidades do litoral e região metropolitana.
Redação Terra