De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, também foram apreendidos cinco carros, quatro motos e 25 celulares na ação policial. A polícia soube da festa de "confraternização" ao interceptar ligações telefônicas de integrantes do PCC a partir da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, também localizada no interior de São Paulo.
A maioria dos homens presos na blitz de ontem era de foragidos ou detentos que gozavam de saída temporária da prisão por conta das festas de fim de ano. Dois conseguiram escapar - um deles seria Manoel Julio Neto, o Santista, suposto líder da facção no litoral paulista. A PM ainda atendeu ligações dos celulares dos presos - do outro lado da linha, pessoas perguntavam como estava a "festa do partido".
Depois do churrasco, de acordo com o Estado, o grupo pretendia rumar para uma chácara à beira do Rio Tietê, onde se daria efetivamente o "batismo" e seriam discutidos os ataques e uma festa de revéillon do PCC. A polícia ainda investiga a localização dessa chácara, onde a fação criminosa manteria um arsenal de armas.
Redação Terra