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Madrugada e manhã
A madrugada e a manhã registraram o maior número de ataques. Foram doze ataques criminosos registrados, que resultaram na morte de dois policiais militares e nove pessoas, sete delas carbonizadas em um dos dois ônibus incendiados pelas quadrilhas. Os outros dois civis foram mortos a tiros - um homem na porta da 28 Delegacia de Polícia, em Campinho, e uma mulher ao lado de uma cabine da Polícia Militar em Botafogo.
As ações repressivas desencadeadas pela polícia, que confrontou os bandidos em doze pontos da cidade, resultarem nas mortes de sete criminosos, com os quais foram apreendidos dois fuzis, quatro pistolas e uma granada modelo M-4. Há 22 feridos, sendo oito PMs e 14 civis.
Tarde
Durante a tarde, a situação melhorou e houve três ataques. Dois ônibus foram incendiados em Niterói e em Mesquita, sem feridos. Um prédio em Itaboraí, no qual estão instalados uma agência da Caixa Econômica Federal e um restaurante popular, foi atacado por bandidos que lançaram bombas de fabricação caseira. Ninguém ficou ferido.
Quatro bandidos foram presos no bairro de Brás de Pina e outro no bairro Jurujuba, em Niterói. Uma granada foi apreendida pela polícia com o criminoso preso em Jururuba.
Noite
A noite começou tranquila no Rio de Janeiro. Em Ipanema, as pessoas seguiam a rotina e faziam esporte na orla. Outros apenas passeavam pelo calçadão.
Reforço
A cúpula da Segurança do Rio de Janeiro anunciou que todos os batalhões da capital, da Baixa Fluminense, de Itaboraí e de Niterói terão reforço esta noite. Mais de 90 carros de várias delegacias vão circular em áreas consideradas de risco para novos ataques. Além disso, os policias foram orientado a não permanecerem parados durante o trabalho. Os veículos blindados farão o patrulhamento das principais vias de acesso à cidade: as linhas Vermelha e Amarela. Também serão realizadas operações em diversas favelas. O reforço policial segue até o ano-novo.
Redação Terra