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Defesa e Anac proíbem cancelamento de vôos

28 de dezembro de 2006 20h16 atualizado às 20h35

O ministro da Defesa, Waldir Pires, e o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, garantiram no início da noite desta quinta-feira que não haverá nenhum problema com os vôos do feriado. Zuanazzi informou que a Anac baixou uma portaria que congela toda a malha aérea do País até 2 de janeiro. Com isso, as empresas ficam impedidas de fazer qualquer cancelamento de vôo ou mudança de rota.

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Zuanazzi explicou ainda que foi implementado um controle sobre todas as reservas das empresas para evitar qualquer problema de overbooking.

"Posso garantir que não teremos problema porque temos o controle total de toda a malha aérea do País e de cada vôo que estará sendo feito nos próximos dias", disse o presidente da Anac.

Pelo plano da agência, a ocupação média de todos os vôos será de 80%. "Nenhum passageiro com bilhete deixará de voar, mas pedimos às empresa que evitem operar no limite", afirmou Zuanazzi. A Anac exigiu ainda que as empresas mantenham aeronaves com tripulações reserva para qualquer eventualidade.

A TAM terá disponíveis cinco aeronaves com tripulação reserva durante todo o feriado e outras cinco em alguns momentos do período.

A Gol manterá duas aeronaves com tripulação disponíveis durante todo o período. As outras empresas aéreas também manterão aeronaves e tripulações disponíveis em alguns dias durante o feriado.

De acordo com o balanço da Anac junto às companhias aéreas, haverá 20 por cento menos passageiros no Ano-Novo em relação ao número verificado no Natal.

No sábado, antevéspera de Natal, chegou a 55% o índice de vôos com mais de uma hora de atraso. O tumulto verificado nos dias que antecederam o Natal tiveram início com a manutenção não-programada em seis aeronaves da TAM na quarta-feira, dia 20.

Também afetaram os aeroportos naquele dia as fortes chuvas que levaram ao fechamento do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, por 50 minutos e dificuldades na comunicação entre os sistemas de dados da TAM e da Infraero no aeroporto Tom Jobim, do Rio de Janeiro.

Redação Terra