O pacote inclui ainda o aumento das alíquotas do ICMS para armas, munições, perfumes e brinquedos. Além do corte de 30% nos créditos presumidos, de 20% dos cargos de confiança e de 30% nas despesas de custeio. As propostas também limitam a liberação de crédito para empresas exportadoras em até R$ 300 milhões por ano.
A proposta de Yeda não prevê qualquer reajuste para o funcionalismo estadual até que o governo atinja déficit zero. Essa foi uma das principais bandeiras de campanha da tucana: zerar a dívida do Estado em dois anos.
Como se trata de medida tributária, o pacote precisa ser apreciado e votado pela Assembléia Legislativa gaúcha até sexta-feira. Durante entrevista coletiva, Yeda afirmou que não trabalha com a hipótese de que as medidas não sejam aprovadas. "Não tem nenhum plano B. Este é um programa de reajuste. Não jogo com a hipótese de que a proposta não seja aceita na Assembléia", disse a governadora.
Redação Terra