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De acordo com informações da assessoria de imprensa da TAM, a empresa montou uma estratégia para esse tipo de situação, que envolve funcionários extras para o atendimento ao usuário.
A empresa diz que fará todo o esforço necesário para tentar minimizar o transtorno aos clientes no que diz respeito à possível acomodação dos seus passageiros, fornecimento de refeições a reembolso de gastos extras.
Segundo a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadaniaas companhias aéreas e o Poder Público, têm o dever de prestar assistência aos consumidores que venham a ser vitimados por atrasos e cancelamentos de vôos, prestando informações de forma preventiva ou proporcionando alimentação e estadia aos mesmos.
Nesta quarta-feira, entidades de defesa do consumidor ajuizaram ação civil pública contra União, Agência Nacional de Aviação Civil e oito companhias aéreas, pleiteando assistência e o pagamento de indenização por danos morais e materiais a todos os consumidores vítimas do chamado "apagão aéreo".
A Varig, que opera 13 linhas de vôos domésticos e quatro internacionais, diz que mesmo durante o auge da crise nos aeroportos o número de atrasos dos seus vôos foram pouco significativos, mas que a empresa está atenta a possíveis problemas durante as festas de fim de ano, quando tradicionalmente o movimento aumenta.
A empresa informa que está trabalhando com as autoridades aeronáuticas para minimizar qualquer tipo de transtorno aos passageiros, ainda que não haja detalhamento das medidas a serem tomadas.
A Gol informou que não tem planos de contingência. Diz que quando há problemas, sempre destaca pessoal para atender aquilo que é necessário e atender as necessidades dos seus clientes.
Redação Terra