» CORREÇÃO: Grupo é acusado de prometer cura espiritual para aids e câncer
De acordo com o Fantástico, as supostas cirurgias não são cobradas diretamente, mas os pacientes seriam estimulados a fazer doações em dinheiro e a comprar óleos, águas energizantes e lavandas como complemento do "tratamento".
Em nota publicada no site do Templo Maria Santíssima, a diretoria nega algumas das acusações. O texto afirma que o templo tem "caráter ecumênico, espiritualista e sem fins lucrativos", e que "realiza trabalhos de atendimentos espirituais, sem cobrar pelo atendimento".
De acordo com o Fantástico, o templo pertenceria a Arnaldo Braz, dirigente das ongs Grupo de Apoio a Pessoas com Câncer (GAPC) e Associação Brasileira de Apoio a Pessoas com Câncer (Abrapec). Braz foi preso no dia 23 de novembro, com mais 15 integrantes das ongs, acusado de chefiar um grupo que teria desviado até R$ 30 milhões em doações. O caso é investigado pela Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas do Paraná.
- Redação Terra

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