Ana Cristina era obcecada pela boa forma

23 de novembro de 2006 • 08h35 • atualizado às 09h57
Ana Cristina era conhecida por sua dedicação aos exercícios Foto: Divulgação
Ana Cristina era conhecida por sua dedicação aos exercícios
23 de novembro de 2006
Foto: Divulgação

A socialite Ana Cristina Giannini Johannpeter, que morreu após ter sido baleada na cabeça durante um assalto no Rio de Janeiro, era conhecida por sua obsessão pela boa forma e pela juventude. Podia sair das grandes festas no final da madrugada, mas, na manhã seguinte, era vista no calçadão, caminhando do Leblon ao Arpoador.

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Era também uma praticante inveterada de ioga. O cigarro, o mesmo que deixou o vidro de seu carro aberto durante o assalto, era um inimigo íntimo. Cristina havia prometido parar, mas não levou o plano adiante definitivamente.

Sobre a relação com o ex-marido, o todo-poderoso Germano Gerdau Johannpeter, com quem teve Germana e Fernanda, ela fazia brincadeira e dizia que estava na fase dos homens "normais". A separação veio com uma paixão fulminante pelo empresário Mário Pacheco, pai de sua caçula, Manoela.

Recentemente, Cristina namorou um delegado e passou a ser uma das defensoras mais ferrenhas de melhorias nas condições de trabalho dos policiais.

Quando se mudou para o bairro do Leblon, avisou que estava começando uma nova vida. Mas uma coisa a incomodava profundamente: os tiros que ouvia do Vidigal.

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