Tati Quebra-Barraco disse que não queria atingir a corporação com suas declarações
Foto: Isabela Kassow /O Dia
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Tati, que havia dito que os policiais militares eram uns "mortos de fome", afirmou que estava muito nervosa, que não pensou direito no que disse e que não queria atingir a corporação.
Entretanto, ela reiterou que os PMs que a detiveram pediram seu cordão de ouro em troca de sua liberação e também perguntaram o preço de sua pulseira.
O relações-públicas da PM, tenente-coronel Aristeu Leonardo, informou que a corporação só vai se pronunciar oficialmente após repercusão das reportagens sobre a entrevista coletiva da funkeira.
Carro recuperado
Acompanhada do irmão Márcio Lourenço, de 28 anos, Tati esteve ontem à noite no Pátio Legal da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, para retirar o Citröen Picasso vermelho.
Antes, ela pagou duas multas e o IPVA atrasado, num valor total de R$ 2.229,92. Além disso, teve que pagar a taxa de reboque (R$ 64) e a diária no depósito (R$ 32).

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