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Lembo corta gastos para conter rombo de R$ 1,2 bi

27 de setembro de 2006 06h32

Ex-governador de São Paulo e candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin deixou um rombo de R$ 1,2 bilhão nas contas do Estado, segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo. A informação, diz Bergamo, foi confirmada pelo sucessor de Alckmin no cargo, o ex-vice-governador Claudio Lembo (PFL).

Alckmin deixou o governo de São Paulo em abril, para concorrer ao Palácio do Planalto, e Lembo assumiu. Por conta dos problemas financeiros, o atual governador paulista enviou ofício a seus secretários há cerca de três meses proibindo novos investimentos e solicitando rigorosa austeridade nos gastos públicos.

O ex-assessor especial de Alckmin e atual secretário estadual de Planejamento, Fernando Braga, confirmou para a colunista que houve "diminuição no ritmo de velocidade das obras".

Para não ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, o governo paulista está atrás de novas receitas e espera aprovar nesta semana, na Assembléia Legislativa, lei que dá descontos nas multas e nos débitos de ICMS, na expectativa de arrecadar R$ 700 milhões.

Redação Terra