Segundo o estudo Miséria, Desigualdade e Estabilidade: o Segundo Real, a proporção de pessoas abaixo da linha da miséria passou de 28,2% em 2003, para 22,7% no ano passado, uma redução de 19,18%.
A melhora é comparável à registrada na época da introdução do Plano Real, ocorrida em 1994. Naquela ocasião, a população miserável diminuiu de 35,3% em 1993, para 28,8% em 1995, uma redução de 18,47%.
O estudo define como miserável a parcela da população que tem renda per capita inferior a R$ 121 a preços de hoje da Grande São Paulo, ajustada por diferenças regionais de custo de vida. Após seu lançamento oficial, a pesquisa estará disponível no site da Fundação.

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