No Enem, a multidisciplinariedade e o elevado uso de tabelas, gráficos e mapas também são outro ponto forte. Para a professora de geografia do Cursinho da Poli, Cristina Luciana do Carmo, os erros mais comuns cometidos nesse tipo de prova são: dificuldade na interpretação, tanto do texto - em geral longos - como das tabelas, mapas e gráficos. "Sabemos que por várias vezes a prova do Enem trouxe textos de difícil compreensão, por vezes com várias interpretações possíveis, o que dificulta muito o entendimento do candidato", comenta ela.
Em linhas gerais, Cristiana diz que as melhores táticas para uma boa performance na prova são: leitura de jornais, que, além de manter o candidato atualizado, funciona como um treinamento para a interpretação de textos, gráficos, tabelas e mapas. Ler com atenção toda a questão, inclusive legendas, fontes, mesmo que pareça de pequena importância, esses dados ajudam na compreensão. "Sempre digo que, se está escrito, é para ler, por isso está escrito".
"Nunca se preocupe em achar e saber a resposta corretíssima, busque sempre o que lhe parece mais completo, de bom senso, pois a prova é generalista. Faça correlações com outras disciplinas, e principalmente com o conhecimento da sua vida sobre o Brasil e o Mundo".
Cartografia e geologia são alguns dos ramos da geografia, entretanto, aquele que mais se sobressai nas provas do Enem é, sem dúvida, a geografia política, na qual está inserida a demografia. Por isso Cristiana enfatiza a necessidade de o aluno fazer uma boa revisão desse tema, além de estar atento a atualidades ligadas á área de ciências, como efeito estufa, transgênicos, El Nino, etc.
Fonte: Cursinho da Poli
- Redação Terra


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