Vilma Martins troca de cela em Goiânia

13 de maio de 2003 • 19h08 • atualizado às 19h08
Vilma precisou ser internada em um hospital, antes de ir para a Casa de Detenção Foto: Futura Press
Vilma precisou ser internada em um hospital, antes de ir para a Casa de Detenção
12 de maio de 2003
Foto: Futura Press

A empresária Vilma Martins Costa, de 47 anos, trocou de cela hoje na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia, onde está detida em virtude das acusações de seqüestro do garoto Pedrinho e falsificação de documentos da jovem Roberta, ambos criados como filhos por ela. De acordo com o diretor-geral da Casa, Sérgio Katayama, Vilma divide uma cela isolada com outras cinco detentas de bom comportamento.

Caso sua integração com as outras presas evolua, Vilma será convidada a participar da produção de pregadores de roupas, confeccionados pelas próprias detentas. Katayama disse que a acusada parou de chorar e se alimentou durante o dia.

Vilma é acusada de seqüestrar Pedrinho em 1986, no Hospital Santa Lúcia, em Brasília, e de comandar o seqüestro de Aparecida Fernanda Ribeiro da Silva (registrada como Roberta Jamilly), em 1979, na maternidade de Maio, em Goiânia.

JB Online
 
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