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Segundo a assessoria de imprensa da Superintendência Regional do órgão em Brasília, o relatório manteve o indiciamento de 115 integrantes do movimento por crimes de lesão corporal, dano qualificado contra o patrimônio público e privado; formação de quadrilha; e destruição de bem tombado pelo patrimônio público.
Desde a data da invasão, 42 pessoas apontadas como líderes do movimento social estão presas na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal. Dentre elas, Bruno Maranhão, considerado um dos principais líderes do MLST, integrante afastado da Executiva Nacional do PT.
A PF, segundo a assessoria, aguarda conclusão de sindicância instaurada pela Controladoria-Geral da União (CGU) sobre empréstimos concedidos pelo governo federal ao movimento.
O relatório da investigação será utilizado para a abertura de inquérito contra o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara). Ambos teriam repassado R$ 5,7 milhões ao MLST entre 1999 e 2006.
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