Treze suspeitos de ataques a policiais são mortos

15 de maio de 2006 • 07h03 • atualizado às 16h32
Ônibus queimado em ruas da capital paulista Foto: Reinaldo Marques/Terra
Ônibus queimado em ruas da capital paulista
15 de maio de 2006
Foto: Reinaldo Marques/Terra

A onda de violência contra bases policiais causou a morte de mais 14 pessoas, na madrugada desta segunda-feira, na capital paulista e cidades da Grande São Paulo. Treze eram suspeitos de envolvimentos nos ataques ocorridos desde a sexta-feira contra postos policiais. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, divulgados pela CBN, até o domingo, 72 pessoas foram mortas, chegando a total de 86 vítimas.

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Um agente penitenciário foi assassinado a tiros quando caminhava na zona leste, nesta segunda-feira, segundo testemunhas. Hoje continuam os ataques contra ônibus em São Paulo. Em Itaim Paulista, um coletivo foi incendiado.

Ficaram feridos nos incidentes, desde a sexta-feira, 44 pessoas. Entre os mortos contabilizados pela Secretaria de Segurança, estão 20 policiais militares, cinco policiais civis, três guardas metropolitanos e oito agentes de segurança penitenciários.

Entre as vítimas também estão dois civis e 14 criminosos. Pelo menos 13 presidiários foram mortos nas rebeliões detonadas em 80 prisões. Pelo menos 46 ainda estão em andamento, com mais de 230 reféns.

Até o momento, foram presos 91 delinqüentes, que participaram dos atos de vandalismo. Com eles, 97 armas foram apreendidas. Mais de 10 mil presos que foram libertados no final de semana, benficiados pelo indulto do Dia das Mães, serão investigados. A polícia confirmou que muitos deles estão envolvidos em alguns dos mais de 120 ataques.

Redação Terra
 
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