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Militantes do Instituto Sou da Paz e do Comitê Nacional de Vítimas da Violência (Convive) compareceram à Câmara dos Deputados na tarde de hoje para apoiar a aprovação do relatório final da CPI do Tráfico de Armas. Caso aprovadas, as propostas contidas no texto ganham prioridade da votação no plenário da Câmara.
Fátima Lopes, que perdeu o filho Maurício Dartagnan quando ele tinha 17 anos, vítima de um assalto. Ele levou dois tiros enquanto passeava com os amigos em Brasília e morreu na hora. Ela acredita que a aprovação do texto pode ajudar na diminuição de crimes como o que aconteceu com o filho dela.
A sessão estava marcada para as 14h, mas começará com atraso. Os principais pontos propostos pelo relator, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), são a tipificação como crime do porte de celular dentro dos presídios; a responsabilização dos diretores dos presídios quando achado um celular dentro da cadeia; a determinação de que os advogados só podem visitar os próprios clientes e devem passar pelo detector de metal antes de entrar Ainda de acordo com as medidas, os presos também seriam revistados antes e depois da visita dos advogados.
Além dessas propostas, Pimenta propõe 16 indiciamentos, entre eles o do líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) Marcos Camacho, o Marcola, e de sete advogados.
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