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O juiz-corregedor do Departamento de Execuções Criminais de São Paulo (Decrim), Carlos Fonseca Monnerat, determinou, nesta terça-feira, apuração sobre a denúncia das péssimas condições das celas do presídio de Presidente Bernardes, interior de São Paulo. Este teria sido o motivo da greve de fome que os detentos em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ontem, entre eles o líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Camacho, o Marcola.
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Por ordem do juiz, a coordenadoria de Saúde da Secretaria de Administração Penitenciária tem 72 horas para verificar as condições da carceragem. Além disso, o juiz manda que a alimentação continue sendo encaminhada a todos os detentos. Quando houver recusa, ela deve ser anunciada à enfermaria do presídio.
Monnerat solicitou ainda uma vistoria das condições de insalubridade causadas pelo cheiro de tinta fresca e ausência de ventilação nas novas celas que foram recentemente ocupadas pelos internos do RDD. Esta determinação tem o prazo máximo de 48 horas para ser cumprida.
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