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A Polícia Federal admitiu neste sábado que a quadrilha ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC), presa na sexta-feira em Porto Alegre enquanto escavava um túnel subterrâneo com o intuito de realizar um assalto a dois bancos da capital gaúcha, pode ter contado com informações privilegiadas de funcionários de um dos bancos.
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O delegado Ildo Gasparetto, que comanda o caso, disse ontem que descartava o envolvimento de funcionárioas, mas hoje mudou o tom do discurso em entrevista à Rádio Gaúcha. "Depois dos inquéritos, passamos a ter certeza de que houve realmente a participação", contou, afirmando que há indícios de que a quadrilha recebeu informações sobre as medidas de segurança das agências bancárias.
O grupo de 26 pessoas preso ontem em Porto Alegre foi transferido para o presídio de segurança máxima de Charqueadas, no interior, após prestar depoimento. A polícia afirma que oito deles participaram do roubo milionário ao Banco Central em Fortaleza no ano passado.
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