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Nove pessoas suspeitas de ligações com o grupo Primeiro Comando da Capital (PCC) foram presas na quarta-feira em Jundiaí. A polícia de São Paulo triplicou o número de viaturas nas ruas durante a noite de quarta-feira, temendo uma volta dos atentados devido ao aniversário da facção criminosa PCC. O Estado, porém, amanheceu sem registro de ataques nesta quinta-feira.
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Além dos nove presos, outras duas pessoas estão foragidas, acusadas dos atentados em São Paulo em maio. Segundo a assessoria da Secretaria de Segurança Pública, as prisões foram resultado de investigações da Polícia Civil e não do reforço do policiamento da Polícia Militar.
Esta quinta-feira, 31 de agosto, é considerada a data da fundação do PCC, que completa 13 anos. Por causa dos atos criminosos registrados nesta mesma data em anos anteriores, a polícia informou na quarta-feira que reforçaria a segurança.
O Estado registrou ataques na terça-feira, com três agências bancárias incendiadas na capital e em Ribeirão Preto, onde um Centro de Detenção Provisória foi alvejado. Outros ataques aconteceram em São Bernardo do Campo e em Santos.
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